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Outras paisagens

 Estávamos lá, bem desse ponto de vista, contornando a lagoa. Caminhávamos absorvidos pelo cenário. Havia música de um violão dedilhado. Saboreávamos cada minuto daquele passeio que durou até o final da tarde, Depois a noite chegou e nos recolhemos. Eram outras paisagens então. 

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Fantasma

 Eu não levaria tão a sério. Mas, em parte, merece aparecer por aqui esse acidente fotográfico que fideliza uma realidade indiscutível e, mesmo assim, absurda. Portanto, eis um fantasma plasmado. Um fantasma clássico, do tempo dos lençóis esvoaçantes, dos ambientes sinistros, das luzes incertas. Ele parece andar por corredores embaralhados. Flutuante. Leve. Assombroso. Assombrado. Assombração.

Era uma vez

Embora não faça sentido de verdade, nada impede que se invente era uma vez . Porque poderia ter sido uma borboleta, e poderia ter sido uma rede na qual ela pousou. Tanto faz, desde que não se prenda na rede, desde que a rede seja nada mais que um fundo imprevisto, provisório, improvisado.

Rosas místicas

 Rosas místicas, císticas, encaroçadas e sistêmicas. Caracóis imprevisíveis que invadiram o papel e contagiaram até as dobras do pano. Ordeiras, alinhadas, bonitas.