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POÉTICAS VISUAIS À MÃO LIVRE : III Caderno: Coisas


 POÉTICAS VISUAIS À MÃO LIVRE - III Caderno: Coisas encerra a série IMAGENS IMAGINADAS: POÉTICAS VISUAIS, uma trilogia de cadernos visuais que afirmam o gesto manual e o ritmo artesanal em tempos de automação imagética. Após Humanidades e Florações, chegam agora as Coisas — o mais aberto e experimental dos três Cadernos. O mundo das Coisas aqui reunidas tem vasos, artefatos e estranhezas. Porém, nem tudo é identificável ou redutível a Coisas, esses receptáculos de nossos poderes, reféns de nossas decisões. As imagens aqui reunidas retratam o que nunca existiu além da realidade do traço, da afirmação da vontade, da cor e da forma que o gesto criou. Sem legendas e com títulos que pouco informam, as Coisas existem para fazer a mediação entre o imaginário e o real. É o bastante.

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Fantasma

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Era uma vez

Embora não faça sentido de verdade, nada impede que se invente era uma vez . Porque poderia ter sido uma borboleta, e poderia ter sido uma rede na qual ela pousou. Tanto faz, desde que não se prenda na rede, desde que a rede seja nada mais que um fundo imprevisto, provisório, improvisado.