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Assim como eu

 Não por nada. É para o teu olhar que tomei das cores e as misturei bem coloridas, perdidas no vazio do suporte e, assim como eu, à espera de um sentido.

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Fantasma

 Eu não levaria tão a sério. Mas, em parte, merece aparecer por aqui esse acidente fotográfico que fideliza uma realidade indiscutível e, mesmo assim, absurda. Portanto, eis um fantasma plasmado. Um fantasma clássico, do tempo dos lençóis esvoaçantes, dos ambientes sinistros, das luzes incertas. Ele parece andar por corredores embaralhados. Flutuante. Leve. Assombroso. Assombrado. Assombração.

Era uma vez

Embora não faça sentido de verdade, nada impede que se invente era uma vez . Porque poderia ter sido uma borboleta, e poderia ter sido uma rede na qual ela pousou. Tanto faz, desde que não se prenda na rede, desde que a rede seja nada mais que um fundo imprevisto, provisório, improvisado.

Rosas místicas

 Rosas místicas, císticas, encaroçadas e sistêmicas. Caracóis imprevisíveis que invadiram o papel e contagiaram até as dobras do pano. Ordeiras, alinhadas, bonitas.