Ary com y. Bem assim. E eu o conheci também, embora não tenha nenhuma clareza de como era seu rosto. Seja como for, seu retrato pode ser bem melhor contemplado em: http://nadamaisdoqueideias.blogspot.com/2020/01/tributo-ary-com-ipsilon.html
Eu não levaria tão a sério. Mas, em parte, merece aparecer por aqui esse acidente fotográfico que fideliza uma realidade indiscutível e, mesmo assim, absurda. Portanto, eis um fantasma plasmado. Um fantasma clássico, do tempo dos lençóis esvoaçantes, dos ambientes sinistros, das luzes incertas. Ele parece andar por corredores embaralhados. Flutuante. Leve. Assombroso. Assombrado. Assombração.
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