A maçã é um clássico. Seja no desenho, seja no pecado, é sempre uma boa fonte de inspiração. Mais rica em tonalidades e cores do que em sabores, esse fruto discreto é, todavia, perfeitamente capaz de tentar pela gula, ainda mais quando recombinado com cravo e canela. Aliás, pensando nisso, boa ideia...
Eu não levaria tão a sério. Mas, em parte, merece aparecer por aqui esse acidente fotográfico que fideliza uma realidade indiscutível e, mesmo assim, absurda. Portanto, eis um fantasma plasmado. Um fantasma clássico, do tempo dos lençóis esvoaçantes, dos ambientes sinistros, das luzes incertas. Ele parece andar por corredores embaralhados. Flutuante. Leve. Assombroso. Assombrado. Assombração.

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